quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Um olho no Galo outro em 2012 – Celso Roth Renovou?

1. QUAL O GRÊMIO ? Que Grêmio entrará em campo contra o Galo? Aquele aguerrido e bravo que demoliu o Fla com imenso poder de reação ou aquele desinteressado e molenga do jogo contra o Coritiba? Esta pergunta, com outros times, tem nos perseguido jogo após jogo. Que time temos? Bem, eu não me preocuparia mais com o time que temos e sim com o que vamos ter. O que temos dificilmente, para não dizer impossível, alcançará algo melhor neste campeonato que, a meu juízo nasceu sob o estigma do fracasso desde a final do gauchão. O Grêmio não se acertou diretivamente durante o ano. Ainda que a chegada de Pelaipe tenha afastado aquele clima tenso que norteava o vestiário anteriormente – até porque toda a mudança impõe minimização de áreas de atrito em circunstâncias do tipo – e ainda que para este ano reste admissível continuar apenas com um diretor remunerado até o final, não vejo como possamos ter um vestiário forte, que permita grandes condições a um conjunto de atletas, se não tivermos um ente político governando-o. Imperioso, portanto, a meu juízo, que o time comece pelo vestiário, e este tem de ter um pulso de um diretor que não seja mero funcionário. Perigoso e temerário que um funcionário seja o responsável pela voz do clube em especial na hora ruim. O que temos visto nestes dias é que Pelaipe fala na hora ruim e Odone se junta a ele na hora boa. Retirando estas duas atitudes quem quer que vá tem sido tão molenga quanto o time nas horas de fracasso, isto quando simplesmente não desaparece do vestiário após o jogo, o que aconteceu em todos os resultados adversos que tivemos. Então este Grêmio de 2012 começa pelo vestiário até porque embora a insistência – ou o desejo – de muitos, o Presidente não troca, e, no caso, nem se trata de trocar o homem do futebol, apenas de acrescer. O assunto foi falado aqui e ali, diante de resultados negativos foi aventado mais seriamente, mas face a uma trajetória ciclotímica a cada vitória é esquecido – e o Grêmio sobe e desce – acabou sendo naturalmente deixado de lado. Se não for pensado nisto para 2012, começamos mal. Mas não acredito que questão tão importante seja relevada, não podemos cometer o pecado mortal de começarmos mal.

2. E O TIME? Acertado o homem do vestiário, Pelaipe, repito, é tão funcionário quanto Seu Verardi – e este é ainda mais ´imexível`, talvez mais intocável que o próprio Presidente – tem que se fazer time. Montar time. As carências do time são evidentes. Penso que precisamos de 2 zagueiros, 1 número cinco e no mínimo 2 atacantes, ou seja, precisamos de 5 jogadores dos quais no mínimo 4 para entrarem em campo, titulares, e um deles tem de ser líder, nos falta uma liderança, alguém que na hora do aperto meta a bola de baixo do braço atravesse o campo coloque ela no centro e determine, vamos buscar esta. Jogadores para GRUPO com a maioria do que temos está feito. O Grêmio tem muito jogador de grupo (alguns de ´grupo`... ) e carece de titulares. E é isto que eu espero que a direção JÁ esteja vendo. Não adianta ficarmos cheios de esperança numa ou noutra partida deste final de campeonato com este ou aquele jogador se ele passou o ano todo se arrastando ou sendo irregular. Chega de jogadores irregulares.

3. KLEBER UM BOM OU MAU COMEÇO? Kleber nos caberia como uma luva. Jogador encrenqueiro cabe ao diretor administrar, jogador ruim é que não se administra, e mesmo que ele venha a ter vida útil curta que se aproveite ele enquanto viver. Como atleta um bom começo. O que me de desagrada e me deixa apreensivo é a possibilidade de se repetir o caso r10. Não entendo porque anunciar tanto tempo antes a sua vinda ou possibilidade de vinda. Puxa, o Grêmio ainda não aprendeu? Ao que tudo indica eles já se acertaram com Dagoberto, mas oficialmente nada é dito, sequer que há proposta. Perdoem-me, mas o Grêmio outra vez esta agindo amadoristicamente. Se vier, ótimo, se não vier, frustrante. Neste caso seria um mau começo.

4. ESPERANÇA ATUAL? Ouço alguém dizer – não conferi me parece que o Victor teria dito isto – que o Grêmio hoje está com um ponto a menos do que na mesma rodada do ano passado. Convenhamos, a motivação hoje é outra e os acertos do time também! Gostem ou não.

4.1. CELOS ROTH RENOVOU? Por sentimento, feeling, posso estar enganado, pelo pouco que conheço de discursos, e falas de treinador e dirigentes, Celso Roth pode já ter renovado e o Grêmio só espera a hora certa para anunciar. Julguem vocês.
Saudações tricolores

@cajosias Carlos Josias www.cjosiaseferrer.com.br
 
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Rei do futebol

Imbatível e inquestionável. Vem durante vários anos mostrando como se joga o bom futebol. És rei aonde vai, majestoso!

Tem uma legião de fanáticos que te seguem, te apóiam independente de onde estiver. Enche de orgulho tua família e contas tua história de maneira irretocável.

Domingo destes uma demonstração incrível de força ao entrar em campo diante de tantos e estando sob tanta pressão. Mas fostes forte e como só os fortes fazem lutou com bravura e acabou de vez com todas as vozes que poderiam contestar tua índole, tua alma. Silenciou teus inimigos como sempre fazes. Perdidos entre firulas, festas e músicas eles tombaram.

O teu brado calou, mais uma vez, todos as injúrias que já disseram de ti. Colocaste cada coisa em seu lugar. Enfrentando algumas contestações, algumas descrenças de cabeça erguida e provaste que ninguém é maior do que tu, GRÊMIO. Tu sim és o rei do futebol, o dono da bola, o melhor de todos. Tu mandas embora todos os que ousam te desafiar nos teus domínios, cheios de mágoa, de tristeza, mas devidamente conscientes de que não passam de rabiscos nas pedras do tempo enquanto tu e o que fizestes estarão para sempre gravados a ferro e fogo.

Graças por ser um dos teus.

@AndersonKegler Anderson Kegler

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

[Fotos] Grêmio 4 x 2 Flamengo - BR'11


@HelenFVargas Helen Vargas

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O doce sabor da vingança

O amigo leitor sabe que sou uma ferrenha gremista há anos radicada no Rio de Janeiro. A distância da República só fez aumentar meu amor pelo Grêmio que, além de ser meu clube do coração, agora é também uma ligação que me une com minha terra amada.

Morar no Rio de Janeiro também gerou em mim um sentimento antes inexistente. Um ódio mortal ao Flamengo e a tudo que se refere a ele. Chega em alguns momentos a ser maior que o ódio ao inter-regional, já que fora do RS os colorados também são gaúchos longe de casa.

Quando da lambança dos Assis Moreira com o Grêmio no começo do ano, eu como gremista fui alvo de chacota dos torcedores do Flamengo. Sofri em silêncio enquanto eles diziam besteiras do tipo "ele preferiu a cidade maravilhosa", "Flamengo é Flamengo" e "vira Ronaldinho Carioca". Não pelo jogador em si, que não merece nada mais que meu desprezo. Mas pela instituição Grêmio, que estava sendo diminuída a um pseudo contrato que "só falta assinar".

Pois foi por isso tudo que eu me senti vingada no jogo de ontem. Não porque um pretenso gremista trocou o Imortal por outro clube. Não porque ficou claro que amor com dinheiro se paga. Mas porque morar no Rio e calar os malas do Flamengo não tem preço!

Por isso, antes de uma análise tática do jogo de ontem eu resolvi escrever sobre o sentimento que ele me gerou. Até porque, esse jogo foi ganho mais na raça que na prancheta. Depois de sair perdendo por 2x0 contra um Flamengo que jogava muito bem, o Grêmio teve forças pra não só virar, como golear. Com isso, de quebra, praticamente tiramos o Flamengo da disputa do título. Pra mim, gremista que mora no Rio, é menos um carioca na disputa. O pior de todos, o principal, aquele que sempre tem que perder. Sai fora, Flamengo. Sai fora, Assis Moreira. Vai por um aparelho nesses dentes e não me enche mais o saco.

Annie Fim   @anniefim

Foto: ClicRBS
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