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terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Rei do futebol

Imbatível e inquestionável. Vem durante vários anos mostrando como se joga o bom futebol. És rei aonde vai, majestoso!

Tem uma legião de fanáticos que te seguem, te apóiam independente de onde estiver. Enche de orgulho tua família e contas tua história de maneira irretocável.

Domingo destes uma demonstração incrível de força ao entrar em campo diante de tantos e estando sob tanta pressão. Mas fostes forte e como só os fortes fazem lutou com bravura e acabou de vez com todas as vozes que poderiam contestar tua índole, tua alma. Silenciou teus inimigos como sempre fazes. Perdidos entre firulas, festas e músicas eles tombaram.

O teu brado calou, mais uma vez, todos as injúrias que já disseram de ti. Colocaste cada coisa em seu lugar. Enfrentando algumas contestações, algumas descrenças de cabeça erguida e provaste que ninguém é maior do que tu, GRÊMIO. Tu sim és o rei do futebol, o dono da bola, o melhor de todos. Tu mandas embora todos os que ousam te desafiar nos teus domínios, cheios de mágoa, de tristeza, mas devidamente conscientes de que não passam de rabiscos nas pedras do tempo enquanto tu e o que fizestes estarão para sempre gravados a ferro e fogo.

Graças por ser um dos teus.

@AndersonKegler Anderson Kegler

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os realistas e os sonhadores

Não existe nada mais chato do que o sonho de mediocridade. Medíocres, já somos, já são nossas conquistas reais e nossa vida. Então quando sonhamos temos de ser grandiosos, imensos e invencíveis.

Tenho dó dos que quando falam de seus planos contam mesquinharias, falam em atravessar a rua, subir uma escada, ser mais um na manada... Que tristeza!

Vão falar, os realistas: isso é algo infantil, quando crescemos devemos avaliar nossas possibilidades e sonhar com elas para evitar as decepções e trabalharmos dentro da realidade. Ao inferno com a realidade e suas limitações! Se eu quisesse ser limitado não sonharia.

Sabem quem atinge o céu? Sabem quem desce ao inferno e enfrenta o diabo? O sonhador. Ele acreditou que era possível, ele é quem sabe como chegar lá, ele sabe o que fazer quando chegar lá. Quem achou que só poderia atravessar a rua se perde quando chega lá.

A história não fala dos realistas. Quem liderou nações foram os sonhadores, foram os que imaginaram que era possível, foram os que trabalharam para isso. Toda grande obra, todo o grande feito começa com um grande sonho. Se já somos pequenos nos sonhos o que nos resta na realidade?

E por ser sonhador, sou GREMISTA. Sempre há um sonho, sempre há um amanhã e temos de sonhar com ele, acreditar nele, lutar por ele.
@AndersonKegler Anderson Kegler

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ponto e vírgula e o Grêmio

Escrever todos escrevem. Não é tão difícil passar uma vaga idéia do que queremos dizer; se temos algum treino, algum estudo e algum um real interesse em dizermos algo. Para tanto, fazemos uso de letras, frases, orações e sinais de pontuação. A grande diferença, creio, está em entender o uso preciso das expressões e dos sinais.

A maioria de nós sabe bem como usar os pontos, a exclamação, a interrogação, os porquês, a crase e as vírgulas. O diferencial, aí é que está, é saber utilizar o ponto e vírgula e os travessões. Isto já requer algum estudo, requer alguma elegância e uma compreensão da finalidade da escrita. Ora, vejam bem caros e atentos leitores; qual de nós tem segurança para inserir os travessões marcando o aposto? Renato – maior ídolo do GRÊMIO – sempre reitera seu GREMISMO.  Eu não! Escrevi consultando e aprendendo, pois assim acho que devemos nos conduzir.

E o ponto e vírgula? Buenas, este eu não arrisco sem um estudo minucioso, uma leitura interessada do Cegalla, buscando na memória o significado de uma oração subordinada substantiva objetiva direta e para só então ter segurança para tanto. E estou aprendendo, garanto. 

Nestes dias atômicos em que vivemos, a falta de compreensão da importância das regras gramaticais é justificada através da escrita cibernética e da velocidade da informação – e as gramáticas seguem empoeiradas à espera de alguém que as compreenda.  Percebo que ninguém mais tem interesse na escrita do próprio idioma, então eu pergunto: Por que eu tenho tamanha preocupação com a elegância e a precisão na escrita? A reposta é simples: Eu nivelo por cima; eu acredito que devemos pensar no topo, no melhor, em acreditarmos no nosso potencial e assim melhorarmos dia a dia. A escrita precisa consegue transportar para o plano exterior os nossos pensamentos - estudar nunca ocupou espaço e jamais será perda de tempo.

Assim acredito que devemos pensar em dirigir o GRÊMIO. Devemos pensar e refletir na hora em que fazemos nossas escolhas para o comando do Clube. Dirigir o GRÊMIO não é somente para os pontos de exclamação, pontos finais e adjetivos; também o é, mas é muito para o ponto e vírgula, travessão e orações subordinadas. Exige muito mais que discursos inflamados de convocação e gritos histéricos. Dirigir um clube do tamanho do GRÊMIO exige estudo, dedicação e conhecimento. Procure os mestres, procure quem sabe - ache o Cegalla do GRÊMIO e quem sabe assim tu possas atirar-te a tamanha tarefa. Só deveria dirigir o GRÊMIO quem entende o quão importante é o ponto e vírgula.

Ah, pois é!

@AndersonKegler  Anderson Kegler
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

QUEM PASSA PELO OLÍMPICO APENAS DE PASSAGEM NÃO MERECE ESTAR AQUI


O debate acima e um post recente no meu blog pessoal servem como ponto de partida para discutirmos juntos uma de minhas maiores preocupações atuais sobre o Grêmio: o aproveitamento dos jogadores oriundos de nossas categorias de base associado à gestão da carreira dessa gurizada.

Como todos sabem, o futebol profissional de alto nível é um dos principais negócios mundiais na área do entretenimento: toda paixão se trata de um bem intangível que pode ser trocada por uma infinidade de bens tangíveis. Ao mesmo tempo, a estrutura do futebol brasileiro infelizmente permite que a esmagadora maioria dos dirigentes eleitos pelos sócios ou definidos pelos conselheiros dos clubes não seja remunerada por estatuto.

Independentemente do grau de dedicação e de competência, do desprendimento e da honestidade desses abnegados para com o clube, é inegável que é necessário ser um cidadão de posses para poder assumir uma presidência ou uma vice-presidência: ou é um empresário de sucesso, ou é um profissional liberal em fase avançada da sua carreira ou, ainda, um aposentado advindo de um cargo público de alta remuneração. Ora, essas credenciais não são suficientes para comprovar a competência e o conhecimento técnico e empírico desses raríssimos privilegiados disponíveis para se tornarem vidraça e deixarem o anonimato e a tranquilidade das suas vidas prívadas.

No caso específico do Grêmio, esse fato resulta em uma série de problemas, a saber:

1) FALTA DE RESPEITO DOS "CASCUDOS": jogadores experientes que recebem um alto salário tendem a ser arredios em relação aos mandos dos dirigentes. Primeiro, porque os dirigentes não ganham nada para - supostamente - "mandarem" nos jogadores; segundo, porque nem o discurso da paixão desses abnegados pelo clube e nem referenciais como a sua profissão, classe social ou faixa etária significam absolutamente nada para a maioria dos boleiros. Afinal de contas, a maioria dos jogadores que vem de fora trazidos a peso de ouro dificilmente entendem  dimensão da cultura do torcedor aliada à tradição, que geram a IDENTIDADE necessária à sedimentação da GRANDEZA do clube;

2) OS EMPRESÁRIOS MANDAM NOS CLUBES: sempre que verificamos o subaproveitamento de vários bons jogadores vindo da nossa base no profissional, podem ter certeza de que nem os dirigentes e nem o técnico mandam no futebol como deveriam mandar. Com isso, não acuso nenhum dirigente de omisso ou como recebedor de propina mas que, em sua maioria, acreditam que tal jogador poderá ser vendido mais rapidamente ou que o respectivo empresário trará jogadores melhores a um preço mais em conta caso fulano ou beltrano sejam utilizados no time titular. Particularmente, acho que a raiz dos problemas do Grêmio desde a gestão Guerreiro também possuem esse vício de origem. Parafraseando o nosso hino, "dirigente que não tem virtude acaba por ser escravo".

Essa situação é particularmente nociva quando verifica-se que o clube investe pesado em profissionais de recrutamento, avaliação técnica, nutrição, fisiologia, preparação física, psicologia, medicina e assistência social e os empresários passam o conto no dirigente do Departamento Profissional que, por sua vez, barra a utilização do guri da base para contratar verdadeiras nabas sob a promessa de que o clube irá receber um pacote de reforços bons e baratos no início da temporada seguinte – algo que raramente ocorre.

3) INTOLERÂNCIA AO ERRO DOS MENINOS: há uma casta de dirigentes à moda antiga insensíveis para o fato de que o boleiro não é um super-homem. Qualquer jogador é tão suscetível às tentações da vida quanto aos azares e as tristezas. Quando se é adolescente, se tem dinheiro, pouco estudo formal e se está longe dos pais, então, nem se fala! Quem é ou já foi adolescente sabe que é de pequeno que se torce o pepino: a formação do caráter depende de uma boa dose de amizade, respeito, presença paterna e materna constante (nem que não sejam exercidas pelos pais biológicos), compreensão de que certas coisas devem ser permitidas e outras precisam de um limite.

Com isso, afirmo que o Grêmio perde muito tempo e muito dinheiro na formação de bons meninos que deixam de ser aproveitados por nós e que, consequentemente, farão sucesso dentro de poucos anos em outras paragens porque muitos dirigentes preferem compensar a sua própria falha emocional contratando jogadores medíocres e ruins. Dessa forma, liquidamos o nosso maior ativo, que são jogadores formados com melhor educação formal, com o início do conhecimento de outros idiomas, com dupla cidadania, com um entendimento tático acima da média e com um preparo físico mais apurado do que na base da maior parte dos clubes europeus. Se não produzimos diamantes com frequência, essa prática infeliz faz com que nossos rubis, safiras e topázios sejam negociados como bijuterias vagabundas. A nós, restam apenas as bijuterias usadas e – muitas vezes – avariadas.

Enfim… Quebra-se a cultura tática, técnica, vitoriosa e apaixonante de raízes socioculturais marcantes para promover-se não um acréscimo enriquecedor mas, sim, maus resultados em campo.

Vou chover no molhado: a sequência de maus resultados resulta em um jejum de títulos, no êxodo de torcedores e no baixo crescimento do número de sócios. Em suma, temos uma perda significativa de receita, pois não são apenas os sócios que se vão ou os adversários que perdem o medo do Grêmio em nossos domínios mas, sim, os patrocinadores que só aceitam fechar conosco por valores aviltantes e o crescimento de uma imagem de clube perdedor, incompetente e desorganizado perante a mídia, os adversários e os investidores em geral.

Seja em gestões do G4, seja em gestões do G7, desde que o dr. Fábio Koff deixou a presidência no final de 1996, os profissionais da base que decidiram cobrar dos dirigentes uma solução para esse ACADELAMENTO diante dos empresários foram sucessivamente LIMADOS da vida do clube.

Uma solução que já foi implementada no Grêmio durante a direção das categorias de base realizada por Paulo Roberto Deitos capaz de minimizar o assédio de empresários às famílias dos melhores jogadores e de aumentar o tempo em que eles permanecem no Grêmio:

– Trazer os pais desses meninos para conhecerem toda a estrutura física e técnica do clube em um fim de semana de jogos decisivos das categorias de seus filhos: um bom hotel, um bom passeio por Porto Alegre, um processo de IMERSÃO TOTAL no Memorial, uma palestra com dirigentes históricos e com ex-craques multicampeões sobre DO QUE É FEITO O GIGANTESCO GRÊMIO FBPA.

Pois esse investimento de algumas dezenas de milhares de reais feito duas vezes por ano tende a render aos cofres do clube vários milhões.

E o mesmo vale para os medalhões: a presença de jogadores desmotivados, burocráticos e caríssimos dentro do nosso grupo como Gabriel, Douglas e Fábio Rochemback só terão condições de darem o necessário algo a mais pelo nosso Grêmio caso entendam aonde eles estão, com quem eles estão lidando e por que estão aqui.

QUEM PASSA PELO OLÍMPICO APENAS DE PASSAGEM NÃO MERECE ESTAR AQUI. #ficaadica

@heliopaz @chegremista
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

HISTÓRIA MAL CONTADA? NÃO! HISTÓRIA NÃO CONTADA!

AMIGOS GREMISTAS:

 
Já abordei esta questão em tempos passados, mas ainda indignado com o silêncio ( que não é dos inocentes, embora dos que calam e consentem ) entendi de recordar mais uma vez, até porque me deu uma certa melancolia não ler, escutar ou ver alguém comentar que no auge do Independiente, quando ainda era temido, e quando ninguém aqui sabia aonde ficava YOKOHAMA, o Grêmio, como sempre pioneiro em avanços internacionais como time, clube e entidade, trouxe a primeira RECOPA para o RS enfiando estupendos 4 x 1 nos Argentinos, aquilo sim um feito histórico. Mas parece que por aqui dão importância à orgiática copa SURU(B)GA.


Está na hora de pôr na rua uma parte vitoriosa e escandalosamente omitida da história do Grêmio – 85/86 – em contrapartida a uma vergonhosa trajetória gremista que é mantida e às vezes até incentivada (1993 e 2000, sem contar que 2005, para ser lembrado carinhosamente, virou bandeira de desculpa em derrotas). Curiosamente continua escondida, da história Gremista, uma das gestões mais vitoriosas do Clube e que ajudaram a selar o Grêmio como um clube mundialmente conhecido. Incrível que o tão festejado Professor Ruy C. Ostermann tenha ocultado no seu livro sobre o Grêmio este trecho notável e dignificante de nossos feitos – desconhecimento? Se foi não poderia ter escrito o livro; censura ? se foi também não poderia concordar. Por uma ou por outra ou ele sai da casamata e conta o que houve ou ENTERREM O SEU CORAÇÃO NA BEIRA DO RIO!


Em breve apertadíssima, e convido ao Dr. Adalberto Preis para contar de maneira minudente, o assunto que trato esta em http://www.gremiosempre.com.br/?id=471 e colo abaixo e durma com esta se puderem:


Grêmio: outro erro histórico ou alegada censura:



Os amigos e os antigos colaboradores do saudoso Presidente Irany de Oliveira Sant´Anna aguardam com ansiedade a publicação de nova edição do seu livro sobre o Grêmio com a reposição das páginas arrancadas sobre a vitoriosa gestão Irany Sant´Anna.

Corre, desde a época, no Grêmio, a versão de que a total supressão da gestão do Presidente Irany tinha sido exigência para o apoio oficial e financiamento do livro (era gestão José Alberto Guerreiro, ano 2000).

E que essa censura teria atrasado por meses e quase inviabilizado a publicação.

Como são apenas versões, é fundamental um esclarecimento cabal e definitivo e verdadeiro.

Recordando, O Presidente Irany venceu todos os Gre-nais importantes (perdeu apenas um de reservas com o Grêmio já campeão). Foi Bi-campeão gaúcho, tendo impedido o penta do adversário. Empatou duas vezes com uma poderosa Seleção Peruano, Venceu a Seleção da Bolívia, venceu a Seleção de Honduras, por duas vezes. Todos jogos na casa do adversário, seleções classificadas para a Copa do Mundo de 1986.

Venceu os mais importantes, tradicionais e oficiais torneios da Europa.

Torneio de Rotterdam contra o Bayern Munique

Torneio de Palma de Mallorca contra o Barcelona

Copa Philips (PSV Eindhovem, na época fulgurante campeão europeu).

Finalista do Ramon de Carranza e da Copa do Rei (Casablanca, onde venceu o poderoso Ajax por 2 x 0)

No entanto, no livro do Prof. Ostermann não há uma única linha sobre a gestão Irany Sant´Anna. Como se ela nunca tivesse existido. Admiro o Prof. Ruy, mas ele saiu de cena sem contar esta. E quando se sai sem contar algo importante, se sai mal. Lamentavelmente.


Abraço a todos os pais que, como eu, guardam seus filhos no colo ainda que já tenham quase 30 anos. Um filho jamais viverá bem sem um colo de pai.


Bom domingo e que reencontremos a vitória.

Obs: texto original da coluna do Carlos Josias no blog: http://sempreimortal.wordpress.com 

@cajosias Carlos Josias

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Avanço no CD do Grêmio – sócio sai fortalecido

AMIGOS GREMISTAS

Para quem não sabe a cláusula de barreira é um índice percentual que obstaculiza o ingresso no conselho do Grêmio – ou ao cargo de Presidente – caso o grupo candidato não a ultrapasse ao número mínimo estipulado. Uma espécie de portão com cadeado que somente pode ser aberto se tal condição for cumprida. Até ontem o percentual era de 30%, vale dizer, um grupo – ou chapa – em uma eleição que não atingisse esse número mínimo = ficava de fora do CD. O percentual era altíssimo e na ultima eleição duas, das 3 chapas, somados os seus votos, alcançaram 49% do eleitorado mas não entraram no conselho porque individualmente andaram na faixa dos 25% de votos. Resultado disto foi que uma das chapas que atingiu 51% dos votos acabou entrando solitária no CD como se 100% dos assoaciados assim o quizesse. Triste, porque o clube ficou nas mãos de uma só idéia, um só pensamento, uma só chapa.

E o que houve ontem no CD do clube ? Uma reunião histórica que diminui este percentual de 30¨% para 20%¨.

Considerações sobre a reunião de ontem.

1. O CD novo mantém um vício incurável do qual também padecia o CD antigo.
 
1.1. A frequência baixa.
 
1.1.1. Me desculpem mas vou manter a critica que tinha no passado ( fui conselheiro por 17 anos e computei 8 faltas, algumas das quais estava fora da da cidade a trabalho do clube porque era dirigente …): penso ser INJUSTIFICÁVEL tanta ausência. É compreensível que alguns não possam eventualmente comparecer por motivos justificáveis, inaceitável que mais de 100 tenham justificativas aceitáveis.
 
1.2. Parece que há, no atual – e já flagrei isto muitas vezes – um deslumbramento infantil com a função de conselheiro. Esta função é de entrega não de exibicionismo.
 
1.2.1. Justiça seja feita. Havia no passado. Há no presente. Não sei como possa ser curada essa enfermidade. Mas tem que ser. Chamem o HOUSE = no 3o diagnóstico ele acerta.

2. A César o que é de César.
 
2.1. O CD atual fez o que o CD antigo não fez. Em poucos meses de existência o CD atual cumpriu uma promessa que o CD antigo se negou a cumprir durante anos e rasgou o compromisso quando a fez.
 
2.1.1. Quem quiser negar que houve avanço que negue, mas com todo o respeito: É INEGÁVEL.
 
2.1.2. Não querer aplaudir a atitude do CD ontem é hipocrisia, ingenuidade, despeito ou na melhor de todas as hipóteses – a que mais creio quanto aos amigos – ERRO.
 
2.2. Nas penultimas eleições – vou contar de novo – foi panfleteado no pátio do estádio olimpico, se não por todos por quase todos os grupos, o compromisso da redução de cláusula de barreira para 20%.
 
2.2.1. O meu grupo – G IMORTAL – na ocasião tendo RENATO MOREIRA como presidente de fato – utilizou o panfleto para tal. E fomos eleitos com este compromisso.
 
2.2.1.1. Não cumprimos.
 
2.3. Na época da eleição o Dr. Renato, excelente Gremista, sem dúvida, sem consultar o Grupo apresentou um projeto alternativo e liberou os sócios do G Imortal para que cada um votasse como quisesse.
 
2.3.1. Eu fiquei envergonhado e o desdobramento foi que sai do grupo não sem antes passar por alguns outros episódios. Mais adiante o grupo se dividiu e ai eu retornei. Quando a divisão aconteceu, quanto a isto, ao menos, era tarde.
 
2.4. Nada fica impune neste mundo, mais dia menos dia se paga. A banca paga e recebe. Sempre que se quiser ser o chicote do mundo é aconselhável que se dê uma olhadinha no próprio rabo.

3. Agora surgiu a tal de cl. de barreira zero. Não vou mais discutir o mérito porque já me detive exaustivamente nele e fui frontalmente contra tal condição. E uitlizei de argumentos fundamentados, não fiquei passeando sobre questões quase que demagógicas ( eu disse ´quase`…. ) como oportunismo, aventureiros etc. Não, discorri sobre a questão efetiva da sua temeridade e da ausência de representatividade que ela traria. Talvez num futuro quem sabe, talvez, mas o clube vai ter que estar muito mais maduro na sua composição social para correr este risco. Não estamos falando de ousadia aqui, estamos falando de temeridade, é diferente.
 
3.1. Curioso que a tal de barreira zero tenha entre os seus defensores – entre tantos ilustres bem intencionados e amigos, como o caso do Evandro – exatamente o Grande Gremista Renato Moreira que num passado bem recente quebrou a promessa, pisoteou o compromisso e ofertou um projeto dito alternativo que servia de disfarce – me perdoem a sinceridade – para deixar de cumprir o prometido.
 
3.1.1. Entre tantos atos equivocados, aquele muito pior do que comprometer a reeleição do grupo e de seus componentes, comprometeu o avanço politico do clube, um histórico avanço politico foi obstaculizado equivocadamente.
 
3.2. Neste sentido a pregação da cl zero foi até hilária. A mim.

4. Agora, ontem, o CD atual RESGATOU o que o antigo havia soterrado.
 
4.1. Então senhores, vamos ser honestos. Ontem foi mais do que um avanço na politica do clube. Ontem foi um dia de resgatar o erro do passado.

5. Por estas e outras, com o protesto pela falta de presença e pelo injustificável numero de ausências aonde se ve a repetição de uma doença pré-existente. ontem foi um dia de lavar a alma dos Gremistas. E eu senti uma IMENSA inveja de quem protagonizou isto, e amldiçoei o dia que a votação no passado rejeitou esta modernidade. Foi mais do que um avanço, foi um passo de sete léguas de democracia. Não dá para negar isto. Seria sobretudo INJUSTO e chega de injustiças dentro do nosso Grêmio. Penso que ontem tenha sido um pontapé inicial para que possamos nos tornar um clube mais moderno…mais civilizado.

Aquele abraço

@cajosias - Carlos Josias

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Grêmio e Joseph Klimber - Desistir Jamais



O que falta para o próprio Grêmio se ajudar, a torcida está ajudando (tirando o episódio de sábado), mas será que os dirigentes e Renato estão ajudando o tricolor?
Parece que não, o foco da direção parece que ainda está na batalha dos aflitos, todo o jogo o nosso Presidente, que respeito muito reitera a Imortalidade...vão ficar falando tanto nessa nossa Imortalidade que daqui a pouco isso vai virar clichê.
E o Renato, o que será que passa na cabeça dele para deixar o Gilson como titular e o Neuton nem no banco consegue ficar...o que passa na cabeça do Renato ao substituir Gabriel por lesão e escalar em seu lugar o Fernando que é volante tendo o Mário no banco. O que passa na cabeça do Renato para deixar o Leandro no banco e escalar só um atacante...se alguém souber me avisa, pois, não tenho a mínima ideia.
No Grêmio atual “desgraça pouca é bobagem”, hoje as notícias do Grêmio são as seguintes: Rochemback, Gabriel e Magrão fora do jogo de 4ª feira, eles se juntam a Victor, Lúcio, Collaço e André Lima no DM, sendo que, Magrão e Rochemback têm a possibilidade de jogar o 2º jogo do gauchão.
Sendo assim, contra a Universidad Católica o provável time do Grêmio:
Marcelo – Fernando – Rafael Marques – Rodolfo – Gilson – Adilson – Vilson – Douglas – Vinícius Pacheco – Leandro e Viçosa
Mas esse time poderia ser melhor, caso Renato “saia” do normal ou não e seja normal, sendo assim:
Marcelo – Mário Fernandes – Vilson – Rodolfo – Neuton – Fernando – Adilson – Vinícius Pacheco – Douglas – Leandro e Viçosa
E os problemas para a sequência dos Grenais ainda tem uma perda, Adilson levou o 3º amarelo e não joga o 1º Grenal, mas vamos deixar esse problema para quinta, acreditando sempre no Grêmio, em um bom futebol que ainda não veio e quem sabe no "Highlander" - Nunca Dúvide do Grêmio.

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Por um 4-4-2 à Inglesa no Grêmio

 
 
Boa tarde, gremistada! ;)

Minha primeira contribuição no excelente blog Grêmio 100 mil Sócios é uma questão de ordem prática: como será possível o nosso time jogar melhor e obter a tão desejada regularidade com o plantel que nós temos em mãos?
Não, não: desta vez, não é necessário falar em política e nem tampouco pensar em jogadores que não podemos comprar ou naqueles em que deixamos de investir mesmo que fossem viáveis no início da temporada 2011.
Pra começo de conversa, defendo veementemente aquele que considero o esquema tático mais equilibrado tanto para o ataque quanto para a defesa e que proporciona a maior quantidade de variações: o 4-4-2 à inglesa, isto é, com uma linha de quatro defensores, outra linha de quatro meio-campistas e dois atacantes.
O uso do 4-4-2 à inglesa significa uma revisão de conceitos. Primeiro, precisamos nos desacostumar a pensar a disposição inicial de um time que contenha mais de um "xerife" e estabeleça a diferença entre um volante "quebrador de bola/carregador de piano" e outro mais "clássico".
Sob este esquema, nossos laterais precisam saber marcar, ser velozes e também ser exímios cruzadores. Como custa caro e não é muito fácil encontrar um em cada lado, se pelo menos um dos laterais for mais completo e o outro for mais marcador e ficar mais porém com um bom passe, já seria suficiente. Essa visão pressupõe que o perfil de "ala" não serve: afinal de contas, o ala joga mais adiantado, quase no meio-campo, e apoia muito mais do que marca. Ora, se o nosso maior problema é evitar o mano-a-mano nos contra-ataques, não é com três zagueiros plantados e nem com laterais que pouco voltam que o problema será solucionado.
No meio, se os quatro homens partem de uma posição em linha, então não há mais um winger ou ponta-de-lança, como é o papel do Douglas no (a meu ver) equivocado esquema preferencial de Renato, que é o meio disposto em losango, com um volante mais fixo que não existe em nosso plantel, dois volantes que não deveriam ser volantes mas, sim, meias limitados (Adilson e Rochemback) e esse homem mais próximo dos atacantes que não possui a obrigação de marcar (Douglas).
Se o ponta-de-lança não precisa marcar, então o setor que define todos os jogos tanto para a frente como para trás fica desguarnecido, facilitando os contra-ataques para o adversário devido a essa frouxidão. E se os laterais não se postam nem defensivamente, nem para compor o meio, logo, os especialistas do meio que atuam mais fechados abrem espaço para o adversário contra-atacar pelas pontas porque não aperta a marcação adiantada e facilita que seus laterais que não são laterais e alas que não são alas levem bolas nas costas, deixando a dupla de zaga no mano-a-mano e o volante distante o suficiente para não conseguir correr até o lado do campo para fazer a cobertura dos laterais.
Em duas linhas de quatro homens, o time inteiro marca mais adiantado, no campo do adversário, e tanto a linha defensiva quanto a linha média atuam mais próximas. Isso evita buracos entre ambas as linhas. Esses buracos - bastante visíveis no esquema do meio em losango com a linha de defesa mais recuada - são o espaço para os meias e volantes adversários lançarem os laterais, os atacantes ou, simplesmente, arriscarem o drible e a conclusão de média e longa distância.
Dessa forma, eu escalaria o Grêmio da seguinte forma: Victor; Mário Fernandes, Vilson, Rodolfo e Neuton; Pessali, Rochemback, Adilson e Lúcio; Douglas (sim, no ataque, para dar dribles curtos e esticadas e abrir espaço dentro da área) e Leandro.

@heliopaz



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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jonas Emanuel - Precisando de Ajuda

MARIA ANGÉLICA RODRIGUES TEIXEIRA
Mãe do Jonas Emanuel, de 3 aninhos
Endereço: Rua Dona Regina, 40 - fundos, casa 30
Ponto de referência: Primeira rua calçada passando o Streep Center, na esquina do Cavanhas
dobra a direita e depois a esquerda num beco sem saída
Telefone para contato: (51) 9983.3831
Contas para doações:
JONAS GABRIEL VIEIRA SOARES
BANCO BANRISUL
Agência 0702
Conta poupança: 39 002 99 400
JONAS GABRIEL VIEIRA SOARES
BANCO DO BRASIL
Agência 5656-1
Conta poupança ouro: 5.060-1
Variação 01
A mãe de Jonas Emanuel descreve aqui alguns itens que ela precisa, caso a pessoa não
possa ou não queira doar dinheiro:
- Uma cadeira de rodas especial que suporte o peso do menino (32 kg)
- Uma cadeira de rodas com assento aberto para higiene íntima
- colchão hospitalar
- assento de gel
- fraldas anti-alérgicas Juvenil P
- pomada Nistatina
- baby med
- óleo Dersani
- soro fisiológico
- polvilho anticéptico granado
- fitas adesivas hospitalares
O que diz a repórter Roberta Salinet:
Costumo fazer reportagens sobre crianças especiais, mas desta vez, o que me chamou a
atenção, além do sofrimento do Jonas Emanuel, é o amor incondicional desta mãe do coração.
A Angélica se apaixonou pelo menino assim que o viu, raquítico, fraquinho, doentinho e o levou
para casa enrolado num pedaço da camisa do pai biológico, já que nem roupas a criança tinha.
Depois, foi descobrindo aos poucos as dificuldades imensas que viriam pela frente. E me disse:
olha, dei a ele o segundo nome de Emanuel, que significa Deus conosco, porque ele veio
trazer luz a minha vida.
- Eu vivo apenas para ele e faria tudo outra vez, disse ela.
E isso significa abdicar de todo o resto em função do menino, que precisa de cuidados
extremados 24 horas por dia.
Quando cheguei para gravar a reportagem, Dona Angélica estava sem dormir desde o dia
anterior. O filho tinha passado a noite gritando.
Eu costumo pensar que o jornalismo além de informar também tem uma função social, de
provocar reações de solidariedade e de nos fazer pensar sobre o contexto geral da vida.
E estou torcendo para que esta família possa receber a máxima ajuda possível. Não foi por
acaso que justamente no feriado de Páscoa, estejamos contando essa história.




Fonte:clicrbs
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sábado, 9 de abril de 2011

Vídeo

Vídeo enviado ao meu twitter pessoal(@alineremus) por @ que autorizou a publicação no blog. Achei fantástico, emocionante. Parabéns ao criador de tal obra.
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Escudero ou Leandro?

Ficha técnica de Escudero

Damián Ariel Escudero
Apelido: Pichi
Data de Nascimento:20/04/1987 (Idade 23)
Naturalidade: Rosário, Santa Fe
Nacionalidade: Argentina
Posição: Meio-campista
 
Ficha técnica de Leandro
Weverson Leandro Oliveira Moura
Apelido: Guri da Azenha
Data de nascimento: 12/05/1993(Idade 17)
Naturalidade: Brasília
Nacionalidade: Brasil
Posição: Meio-Campista | Meia-atacante

Escudero veio do Boca Juniors, foi revelado pelo Velez Sarsfield (onde teve a sua melhor passagem) e teve passagem pelo Vilarreal da Espanha onde teve uma passagem apagada sendo emprestado para o Valladolid, chegou tímido e segundo a Renato e igual o Conca, no Grêmio e sofreu de varias e pequenas lesões. Leandro é uma jovem promessa descoberta no torneio de Copa Santiago de Futebol Juvenil 2010,Jogando pelo Gama do DF, e ser considerado a maior promessa do torneio.
Então agora eles podem brigar pela vaga de André Lima machucado, mas tudo isso depende de Renato, mas claro independente do jogador que jogar vamos apoiar ele e como vamos apoiar o time com sempre.

                                                                  João Vitor Cassol
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domingo, 27 de março de 2011

Grêmio 2011: Uma visão geral


 Regularidade não é exatamente um termo que se aplica ao Grêmio nessa temporada. Um hora dá espetáculo em campo, na outra deixa o adversário virar e pra piorar ainda tem a hora que o adversário é quem manda no jogo dentro do Estádio Olímpico. Uma série de lesões vem prejudicando a escalação do time de Portaluppi, mas mesmo quando isso não acontece, ele insiste em escalar Gilson na lateral esquerda. Lateral de pouca regularidade é rotineiramente o ponto fraco na armadura do Grêmio. Com poucos lances de iluminação é desaprovado pela grande maioria da torcidade tricolor. Às vezes chego a pensar que Renato escala ele por pura birra ou orgulho, para nos provar que quem manda no time é ele e ponto. A torcida questiona se não seria melhor Collaço na lateral esquerda, ou o próprio Lúcio voltar a fazer essa função. Para aumentar a fraqueza da equipe,  apenas escalando Gilson e Carlos Alberto juntos. O último em nada lembra o menino de outrora, e sinceramente não temos tempo para esperar que um dia volte a ser. E tem mais o Grêmio é uma equipe de futebol e  não grupo de terapia, não está bem? Vai pro banco! Posso estar sendo equivocada, mas sem dúvidas Escudero ao invés de CA é melhor, pelo menos no momento. Não é nada pessoal, até acho que o CA tem raça, mas comete subseqüentes erros que na LA não são perdoáveis. Longe de eu criticar o Renato, não sou ninguém para tanto. O fato é que seguidos “quases” incomodam a torcida, sejamos sinceros é um jejum enorme de títulos palpáveis, o último fazem 10 anos (Copa do Brasil), desde então fomos ao inferno e ao voltarmos ficamos insistentemente, batendo na trave. Essa Libertadores seria para lavar a alma tricolor, mas ao que tudo indica passaremos  longe disso. Espero  sinceramente estar errada, mas caso os jogadores do Grêmio não passarem a ser uma equipe ao invés de talentos individuais, sequer na trave bateremos esse ano. Quem me conhece sabe que sou torcedora e apoio sempre, porém sou realista quando necessário. O fato é que existem jogadores com muita qualidade, outros que é vergonhoso estarem na LA e por fim falta os espírito de união. Sinto que alguns jogadores tomam algumas atitudes simplesmente pra conquistar a torcida e esquecem que além de ter raça é necessário jogar futebol.
De modo algum acho que temos que boicotar ou vaiar jogo, isso não é atitude de um gremista que se preze, mas não podemos fingir que estamos cegos e alheios ao que vem acontecendo na equipe.
Não quero show na Libertadores, quero ganhar e fim.

Aline Remus, tricolor desde sempre.
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