domingo, 13 de outubro de 2013

Cadê a ambição?

Fica difícil Grêmio... fica difícil Renato... Um time que começa o jogo atacando, com vontade, sólido na defesa e com várias oportunidades, faz um gol e simplesmente esquece de tentar fazer mais é complicado de sonhar vôos maiores no campeonato.

A bola pune, como muitos gostam de falar. E puniu. Ontem ela foi rigorosa com o time gaúcho e tirou uma vitória que parecia certa nos minutos finais. Foi triste, ficou aquela sensação de derrota, um gosto amargo de ressaca pós-bebedeira em boteco, enfim. Aquele sentimento de que tudo poderia ter sido melhor.

É óbvio que o bandeirinha teve um equívoco infantil, talvez pelo fato de ser dia das crianças ontem, vai saber, mas enfim não explica o gol tomado aos 45 minutos numa jogada individual do ex-colorado Sobis (que não vem jogando nada há tempos) com um jogador a mais. Tá faltando algo ao time.

E aquela sorte que tava acompanhando o time há diversos jogos (zagueiro tirando em cima da linha, bola na trave, defesas milagrosas do Dida, pênaltis não marcados), um dia ela iria findar. Todos os gremistas gostariam que ela durasse até o fim do campeonato, ninguém reclamaria, eu aposto. Porém, ela resolveu a ser justa neste momento e acompanhar outro time.

O que resta aos torcedores... Reclamar, brigar, encher as redes sociais de apelos e postagens pedindo somente uma coisa... Ambição... Por favor, um pouquinho mais de vontade de ganhar uma partida com menos sofrimento, menos desgaste, menos jogar defensivamente após sair ganhando. Acho que não é pedir demais.

Um pouco mais de coragem e valentia não fazem mal a nenhum clube. Basta ir em frente, mostrar suas armas. Um cavaleiro tem que usar a lança, a espada, não somente o escudo, até porque ele jê está portando uma armadura que já o protege bastante.

Portanto time do Grêmio... o jogo ontem era pra ter ganho de 2, 3 a 0. Se sempre que fizer um gol, o time recuar e abdicar de atacar, vai acabar sofrendo o empate. Não vai ser sempre que a vitória simples vai ser mantida. Escaparam mais 2 pontos ontem e a chance de sonhar com o título. Paciência, diriam os sábios, mas até quando o torcedor gremista vai ter paciência?
Marcus Reis @popgremista
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Com cara de Grêmio


Com a cara do Grêmio. Melhor definição pra ilustrar o que foi a partida contra o Botafogo. Vitória suada, magrinha, conquistada na raça, com um a menos, sendo o time pressionado a maior parte do tempo. Porém, jogando com uma postura mais defensiva, explorando os contra-ataques ou jogando ofensivamente, os 3 pontos são iguais, não importando a maneira que se entra em campo.

É de impressionar todo mundo a eficiência tática defensiva e a consciência coletiva dos jogadores. Eles entraram em campo sabendo exatamente o que deveriam fazer e assim o fizeram. Não fosse a expulsão de Kleber (mais uma vez), talvez nem fosse tão sofrida a vitória. Mas claro que jogar com um a menos tornaria a partida mais nervosa e os torcedores certamente entrariam em desespero com o relógio que não passava os minutos.

Então a postura do Grêmio é elogiável. Não basta jogar bonito, pra frente, pra que se diga que um time jogou bem. Uma boa marcação, com ocupação dos espaços, sem dar brecha pro adversário ter muitas chances de gol também é vistosa aos olhos. Ela orgulha, pois mostra que o time está encaixado, que os jogadores são aplicados ao esquema do treinador e que o mesmo está consciente do que está fazendo.

Alex Telles acertou um chutaço que se acredita que nunca mais irá acertar igual. Lance mágico, incrível, baita golaço. Não importa se vai ser um filho único do lateral, pois ele deu um triunfo ao time até então impensável após a expulsão do Gladiador. A torcida tricolor espera que ele chute assim em todos os jogos e que acerte o alvo novamente.

Mas o Kleber hein... que vacilo. Não pode cair na provocação dos adversários e nem nas inúmeras faltas que cometem em cima dele. Profissional experiente tem que saber controlar os nervos. Ainda mais que ele tem a fama... os juízes já o perseguem, a imprensa do centro do país também. Muita calma nessa hora. A rotina de levar cartões amarelos bobos por reclamação tem que terminar. Do contrário, pode prejudicar o time em partidas que podem ser decisivas até o fim do certame. Se almeja horizontes ainda melhores, o Grêmio precisa de seu atacante titular mais calmo e preocupado só em aterrorizar as defesas adversárias.

De resto, nada do que reclamar. Mais uma vitória na tabela e a tranqüilidade da vice-liderança com uma folguinha. Resta aos torcedores torcer... pro Grêmio e contra o Cruzeiro. Torcer, rezar, fazer mandingas, enfim. Porque esse time de Minas não perde nunca, vai ter que ser com muita intervenção divina pro título escapar deles.
Marcus Reis @popgremista

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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Vitória suando sangue


Mas que vitória com cara de Grêmio hein... apertada, suada, com muita marcação, com sofrimento, com gols perdidos, com o juiz tentando acabar com nossa festa... mas foi deliciosa...

Com o ataque gremista pouco eficiente nas conclusões, coube ao volante Riveros, grande cavalo paraguaio (num sentido bom para o termo) dar a vitória ao clube e os 3 pontos tão preciosos nessas alturas do campeonato. Com o Cruzeiro fazendo gol que nem se toma cerveja no verão, (quem vai parar esse time, é claro que dos gols da partida, uns 3 contaram com a sorte ou com ajuda significativa da zaga da Lusa) é cada vez mais certa nossa pretensão no brasileirão: o segundo lugar e a vaga na Libertadores. Acho que está de bom tamanho.

A torcida quer o título. Lógico, não se comemora uma taça na Azenha, agora Humaitá desde o começo da década passada, no longínquo 2001. Mas, talvez a Copa do Brasil novamente possa ser a solução pra seca tricolor de festas na Goethe.

Bom, mas voltando ao jogo, o que se viu foi um Furacão abusando da velocidade e da marcação em cima da defesa gremista para que a mesma fizesse o que mais sabe fazer e de forma tão incompetente: o balão pro ataque e seja o que Deus quiser. Aquela típica jogada pra se livrar da bola, torcer pra que um atacante solitário resolva a parada.

E se pensar que o Barcos é o cara que normalmente recebe esses lançamentos imprecisos, fica mais difícil ainda de acreditar que eles possam resultar em lances perigosos. O capitão realmente não ta jogando. Ele pode ser importante na marcação, nas disputas de lance, mas quando a bola está em seus domínios, é de doer a falta de técnica. A meu ver, não adianta o cara ter liderança se ele é um jogador a mais pro adversário em campo. Ele está, na grande maioria, só atrapalhando as jogadas de ataque, deixando a torcida desesperada nas cadeiras da Arena e na frente da TV, rádio, internet.

Mas o importante foi a vitória suada, aguerrida, contra tudo e todos, com a cara do Grêmio. Quem sabe esse espírito coletivo da equipe, com entrega, garra, raça, compensando algumas deficiências técnicas visíveis mantenha o clube entre os primeiros e talvez almejando o sonhado penta da Copa do Brasil.

PS: Renato tem que se ligar, deixou o Vargas em campo com amarelo e só fazendo faltas. Claro que ele iria ser expulso, era uma obviedade. Substitui ele antes do mal feito, botasse o Zé ou o Elano no lugar dele, fazendo a mesma função. Era algo pensado, estratégico, melhoraria o time, teria mais qualidade nos contra-ataques. Acho que ta faltando o Koff dar aquele toque sábio ao treinador que só ele sabe fazer.

Marcus Reis @popgremista
 
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Guerreristas! Quem?

Coluna do Carlos Josias: Diretor Jurídico do Grêmio 93/98, Conselheiro 94/2010 e Vice-Presidente 2005/07. Josias @cajosias é colunista do Grêmio 100mil  www.facebook.com/cjosias.oliveira
















O episódio ISL marcou tragicamente a passagem de Guerrero pelo Grêmio. A segunda divisão marcou tragicamente Rafael Bandeira e Obino. O término da construção do Olímpico marcou brilhantemente a passagem de Dourado, um divisor de águas. A LA e o MUNDIAL marcaram luzentemente Koff e Cacalo. Os anos 80, que muita gente omite, marcaram de forma também magnífica, as passagens de Irany e Preis.

Tudo o que tinha a ser dito de Guerrero, Rafael e Obino, nos períodos citados já foi dito.

Nos pleitos até a pouco acenavam com o Obinismo para depreciar quem esteve na sua gestão - e todo o consultivo teve participação nela. O Bandeirismo morreu cedo porque ele não tinha grupo. Como essas tragédias pararam de render restou o Guerrerismo.

O lamentável é que estendem a quem participou da gestão Guerrero uma pecha depreciativa que surge de 3 em 3 anos quando há eleições no clube. Muitos se esquecem, contudo, que ao jogarem respingos nos demais que lá estiveram viram às costas, ou atingem, a muito dos seus, ou daqueles que foram muito próximos numa ou noutra ocasião. No Grêmio, como é assim em qualquer outro nicho político, em regra, todos andam com todos ou ao menos muito próximos, mas basta vir uma eleição que todos, ou quase todos, acusam a todos ou a quase todos dos erros que eventualmente cometeram no passado. E andar com quem andou mal, ou estar perto de quem mal andou, serve de palanque. Convive-se com alguma tolerância, uns com os outros, até que a disputa dos votos se ergue em bandeiras esfarrapadas por antigos traumas como se a lembrança deles fosse PROPOSTA de um Grêmio melhor. A tal pacificação vige da boca para fora, poucos querem, efetivamente a paz, quando o alvo é vencer pleitos. O fato é que esta pecha atirada num grupo com objetivo nefasto de comprometer para o mal, de GUERRERISTAS, já está surrada e cansativa, e o último confronto provou isso. A torcida está cansada deste ranço inócuo e que ao invés de ajudar o clube, apenas atrasa. Estamos há 12 anos sem ganhar nada, e por coincidência o último feito importante, em 2001, traz a marca de muita gente que estava na gestão da pecha. Ah, é bom lembrar-se disso também, em que pese ninguém refira. Não nego que este pecado tem sido insistentemente cometido por todos ou quase todos e eu mesmo já cometi, lá atrás, esta ´confusão` de misturar alhos com bugalhos. Mas penso que cheguei há muito tempo - há no mínimo 7 anos - a uma maturidade que reclama o fim disso. O torcedor já decretou este final, gostem ou não.

Quando digo que basta olhar o passado para se identificar claramente que todos ou quase todos já andaram de mãos dadas com todos ou quase todos, digo por que conheço a história do clube. Muitos desconhecem e continuam insistindo no mesmo erro crasso e injusto.

Alguns fatos são claros. E apenas vou me deter a elencar eles, não vou ingressar no mérito se as condutas foram acertadas ou equivocadas, apenas vou enumerá-los porque são fatos, não foram inventados, aconteceram realmente e penso que quem agiu assim ou assado teve os seus motivos de se conduzir como se conduziram. Mas o inegável é que quando se atira a pecha num grupo de serem GUERRERISTAS com a intenção evidente de depreciar e confundir, estão, repito, alcançando, com esta propositabilidade, muita gente que lhe é próxima. Ou só é isso quando convém e quando não convém não ? Coerência é algo difícil de encontrar em política, mas a soma dos fatos aqui importa sim em surreal contradição, paradoxos dos mais notáveis.

Vejamos.

O Grande responsável pela eleição Guerrero em 2000 foi F Koff. A eleição estava em 3 x 1 pró Preis no pátio x Guerrero quando às 18 horas Koff de dentro da sala do CD abraçou o microfone e o candidato Guerrero sustentando sua eleição por três horas. Virou o jogo e Guerrero entrou. Quando Guerrero foi eleito em 2000, com campanha de Koff, Hélio Dourado, um INTOCÁVEL, com toda a legitimidade de assim ser chamado, fazia parte da chapa e fez campanha junto com Guerrero. Foi Vice nela.

Por duas vezes F Koff capitaneou o arquivamento do processo Guerrero no CD, a 1ª antes da condenação, sustentando que teria que primeiro haver decisão penal, e a 2ª depois dessa. Em ambas foi acompanhado no discurso inflamado de P Odone e juntos obtiveram êxito, com o voto no mesmo sentido de Eduardo K Antonini.

Em 2003 Odone e Guerrero com o grupo de Belini estavam juntos na eleição do CD e perderam para Cacalo e Koff que lideravam o grupo adversário. O Grupo vencedor não encontrou um candidato próprio que concorresse e houve um racha interno quando Koff entendeu de apoiar Preis. Ali, na divisão, Renato Moreira comandou em liderança uma virada de posição e passou a apoiar com o Grupo a candidatura de Paulo Odone - que estava com Guerrero - que, ao depois, venceu para Presidente, na ocasião em que eu VIREI VICE. Todos já estiveram do lado de um e de outros e também já estiveram em lados opostos. Belini e o seu MGI são tão Guerreristas quanto Koff quanto Odone e/ou quanto Dourado. Esta é que é a verdade.

Obino, para quem não sabe, foi o grande mentor de Guerrero, em troca de ser Presidente no Centenário, como de fato o foi sob os aplausos do C Consultivo, onde estavam todos os Ex Presidentes, incluindo alguns que hoje não estão mais no nosso meio.

Talvez só Cacalo e o Duda nunca estiveram lado a lado com Guerrero, mas muitas vezes com quem foi próximo dele. Eu também não estive, diretamente com ele, mas estive próximo de muitos que foram próximos a ele, assim como de Obino e Rafael e por aí vai. Cacalo trouxe Preis em 98, com Saul, porque precisou dele para salvar o clube da queda, Preis que havia estado com Guerrero, eu estava lá. Krieger esteve com Obino, com Guerrero e com Odone e ao que sei nunca deixou de se dar muito bem com Koff. Cacalo também esteve com Odone no passado. Aliás, Cacalo fez a candidatura de Odone para o CD quando este enfrentou e perdeu para Fachin. Eu fui Vice de Odone.

Cacalo entrou no clube por Obino que foi o Mentor do Guerrero e depois andaram separados, até a união no Centenário. O mesmo Obino que é intimo de Rafael Bandeira dos Santos que foi aclamado no CD porque Odone assim o quis e ao cair em desgraça face à 2ª divisão foi literalmente corrido do Grêmio tanto quanto Guerrero também o foi pós-condenação judicial.

Koff e Cacalo já estiveram juntos e já foram adversários. Em 83, Grêmio Campeão do Mundo, Cacalo não estava gerindo o clube, eis que em desavença com Koff.

Enfim senhores, com raríssimas exceções, e repetindo, todos já estiveram ou juntos ou com quem foi ou havia sido muito próximo de outros.

Aí, abro os jornais e vejo, seguido, insinuações. Algumas sutis outras nem tanto, que se recheiam de pechas e acusações.

Pois é, persiste este ranço no clube que atrapalha a vida do Grêmio, prejudica e tumultua a quem quer trabalhar com dedicação, zelo e que tem talento. Passaram-se mais de 10 anos e este ranço retorna a cada pleito.

A torcida deu um basta nisso na última eleição, gostem ou não PAREM COM O RANÇO ou nunca vamos ganhar nada. Ou o Grêmio pensa ele como um todo e todos pensam Grêmio, ou o jejum continua.

Não existem Guerreristas, Koffistas, Cacalistas, Obinistas, Odonistas, Belinistas, e outros istas. O que existe e deve existir são GREMISTAS.

A chapa 2, ilustrativamente, está recheada de integrantes que compuseram a gestão do amaldiçoado Presidente. Gustavo Schmidt, que foi o 1º presidente do Movimento Grêmio Vencedor foi diretor consular e frequentou a tão popular Casa Rosada em época de campanha. Airton Ruschel, meu querido e fraterno amigo, participou da equipe financeira. Em 2005 quando cheguei Vice por sua competência sugeri sua ida para ser o homem do financeiro junto a Tulio Macedo o que aconteceu e lá teve ótimo desempenho - que era esperado - na implantação do Condomínio de Credores. Se formos fazer um amplo levantamento talvez se encontre mais integrantes da gestão Guerrero na chapa 2 do que na chapa 7 o que demonstra a infantilidade e ou a maldade deste tipo sórdido de manifestação.

Denis Abrão foi diretamente ligado a Guerrero, a propósito foi diretor remunerado quando AVM foi Vice, hoje se mantém no CD pela CHAPA 2, de se responsabilizá-lo pelos atos de Guerrero ? Ora, por favor. Que ´ista` se poderia atribuir a ele ?

Só citei o 1º escalão ? Para ilustrar ainda mais. Juliano Ferrer já foi presidente do G Imortal. Entrou no Grêmio por um conselheiro que não fazia parte do chamado 1º time. Sabem onde começou e o que começou a fazer ? Foi porteiro, isto senhores, porteiro ali na social, ajudava graciosamente a controlar a entrada de sócios nas catracas. Adiante foi para a administração e findou no Jurídico. Tudo isso na Gestão Guerrero. Veio Obino ele continuou. Em 2005 ficou diretor Jurídico na Gestão Odone. Seria ele algum ´ista`? Rui Costa, o grande nome do futebol, teve início no período Guerrero, foi diretor Jurídico levado por mim na Gestão Odone e hoje está lá por indicação de grupo da situação. A que ´ista` ele se vincula ? Alberto Guerra também foi levado por mim para ser diretor Jurídico na Gestão Odone e já tinha sido nos anos 90 na década Koff e Cacalo, estava fora do CD e retorna via CHAPA 2, seria ele algum ´ista` ? Moreira, da segurança, atravessou todas estas gestões, o que seria ele ?

Ou se muda isso ou vamos continuar sem mudar ! Perdendo. O protagonista do clube é a paixão, não os nomes. Ou se entende isto ou não entendo mais nada. O Grêmio me lembra o velho Inter que passou anos e anos brigando internamente com todos acusando a todos por terem feito parte desta ou daquela gestão e não ganharam nada em 30 anos. Se uniram e ganharam tudo. Da união veio à desavença e estão aí do jeito que estão. Ou não.

Diante de todo este ´andar` eu me pergunto: Guerreristas ... quem ?

abs

Foto: ducker.com.br


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