segunda-feira, 2 de maio de 2011

Grêmio e Joseph Klimber - Desistir Jamais



O que falta para o próprio Grêmio se ajudar, a torcida está ajudando (tirando o episódio de sábado), mas será que os dirigentes e Renato estão ajudando o tricolor?
Parece que não, o foco da direção parece que ainda está na batalha dos aflitos, todo o jogo o nosso Presidente, que respeito muito reitera a Imortalidade...vão ficar falando tanto nessa nossa Imortalidade que daqui a pouco isso vai virar clichê.
E o Renato, o que será que passa na cabeça dele para deixar o Gilson como titular e o Neuton nem no banco consegue ficar...o que passa na cabeça do Renato ao substituir Gabriel por lesão e escalar em seu lugar o Fernando que é volante tendo o Mário no banco. O que passa na cabeça do Renato para deixar o Leandro no banco e escalar só um atacante...se alguém souber me avisa, pois, não tenho a mínima ideia.
No Grêmio atual “desgraça pouca é bobagem”, hoje as notícias do Grêmio são as seguintes: Rochemback, Gabriel e Magrão fora do jogo de 4ª feira, eles se juntam a Victor, Lúcio, Collaço e André Lima no DM, sendo que, Magrão e Rochemback têm a possibilidade de jogar o 2º jogo do gauchão.
Sendo assim, contra a Universidad Católica o provável time do Grêmio:
Marcelo – Fernando – Rafael Marques – Rodolfo – Gilson – Adilson – Vilson – Douglas – Vinícius Pacheco – Leandro e Viçosa
Mas esse time poderia ser melhor, caso Renato “saia” do normal ou não e seja normal, sendo assim:
Marcelo – Mário Fernandes – Vilson – Rodolfo – Neuton – Fernando – Adilson – Vinícius Pacheco – Douglas – Leandro e Viçosa
E os problemas para a sequência dos Grenais ainda tem uma perda, Adilson levou o 3º amarelo e não joga o 1º Grenal, mas vamos deixar esse problema para quinta, acreditando sempre no Grêmio, em um bom futebol que ainda não veio e quem sabe no "Highlander" - Nunca Dúvide do Grêmio.

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Por um 4-4-2 à Inglesa no Grêmio

 
 
Boa tarde, gremistada! ;)

Minha primeira contribuição no excelente blog Grêmio 100 mil Sócios é uma questão de ordem prática: como será possível o nosso time jogar melhor e obter a tão desejada regularidade com o plantel que nós temos em mãos?
Não, não: desta vez, não é necessário falar em política e nem tampouco pensar em jogadores que não podemos comprar ou naqueles em que deixamos de investir mesmo que fossem viáveis no início da temporada 2011.
Pra começo de conversa, defendo veementemente aquele que considero o esquema tático mais equilibrado tanto para o ataque quanto para a defesa e que proporciona a maior quantidade de variações: o 4-4-2 à inglesa, isto é, com uma linha de quatro defensores, outra linha de quatro meio-campistas e dois atacantes.
O uso do 4-4-2 à inglesa significa uma revisão de conceitos. Primeiro, precisamos nos desacostumar a pensar a disposição inicial de um time que contenha mais de um "xerife" e estabeleça a diferença entre um volante "quebrador de bola/carregador de piano" e outro mais "clássico".
Sob este esquema, nossos laterais precisam saber marcar, ser velozes e também ser exímios cruzadores. Como custa caro e não é muito fácil encontrar um em cada lado, se pelo menos um dos laterais for mais completo e o outro for mais marcador e ficar mais porém com um bom passe, já seria suficiente. Essa visão pressupõe que o perfil de "ala" não serve: afinal de contas, o ala joga mais adiantado, quase no meio-campo, e apoia muito mais do que marca. Ora, se o nosso maior problema é evitar o mano-a-mano nos contra-ataques, não é com três zagueiros plantados e nem com laterais que pouco voltam que o problema será solucionado.
No meio, se os quatro homens partem de uma posição em linha, então não há mais um winger ou ponta-de-lança, como é o papel do Douglas no (a meu ver) equivocado esquema preferencial de Renato, que é o meio disposto em losango, com um volante mais fixo que não existe em nosso plantel, dois volantes que não deveriam ser volantes mas, sim, meias limitados (Adilson e Rochemback) e esse homem mais próximo dos atacantes que não possui a obrigação de marcar (Douglas).
Se o ponta-de-lança não precisa marcar, então o setor que define todos os jogos tanto para a frente como para trás fica desguarnecido, facilitando os contra-ataques para o adversário devido a essa frouxidão. E se os laterais não se postam nem defensivamente, nem para compor o meio, logo, os especialistas do meio que atuam mais fechados abrem espaço para o adversário contra-atacar pelas pontas porque não aperta a marcação adiantada e facilita que seus laterais que não são laterais e alas que não são alas levem bolas nas costas, deixando a dupla de zaga no mano-a-mano e o volante distante o suficiente para não conseguir correr até o lado do campo para fazer a cobertura dos laterais.
Em duas linhas de quatro homens, o time inteiro marca mais adiantado, no campo do adversário, e tanto a linha defensiva quanto a linha média atuam mais próximas. Isso evita buracos entre ambas as linhas. Esses buracos - bastante visíveis no esquema do meio em losango com a linha de defesa mais recuada - são o espaço para os meias e volantes adversários lançarem os laterais, os atacantes ou, simplesmente, arriscarem o drible e a conclusão de média e longa distância.
Dessa forma, eu escalaria o Grêmio da seguinte forma: Victor; Mário Fernandes, Vilson, Rodolfo e Neuton; Pessali, Rochemback, Adilson e Lúcio; Douglas (sim, no ataque, para dar dribles curtos e esticadas e abrir espaço dentro da área) e Leandro.

@heliopaz



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domingo, 1 de maio de 2011

A duuuuuuuuura semana de Borges

Cleyton Santos hoje é o nosso convidado especial e, apesar de não ser gremista,traz sua opinião sobre a atual situação do jogador Borges. Confira:

Por Cleyton Santos
http://artedofutebol.wordpress.com



Você, torcedor gremista, deve estar com os nervos a flor da pele com o Borges - e por motivos mais que compreensíveis, por sinal.
É complicado ver um cara que sempre era chamado de "9" (sendo que nuna foi um) dar uma cotovelada e ser expulso na 3ª e perder um pênalti em uma final do domingo.
O correto aliás, era falar "A duuuuuuuuuura semana do Grêmio", pois só apanhou, de maneira injusta na 3ª, e justa talvez hoje, por conta de um erro na escalação da equipe, que só passou a jogar realmente com a expulsão do Guinãzu. Mas aí são outros quinhentos.
Mas voltemos ao Borges...Ele sempre foi chamado de 'esquentado', e isso não é nem dos tempos de Grêmio não; do próprio Paraná mesmo, que agora sofre com a caída pra 2ªdivisão paranaense, ele já era esquentado deste jeito.
Tanto que não durou no mundo árabe (pelo mesmo motivo que todos os outros que não dão certo no mundo árabe: Saudade de casa, comida, maus costumes de ver tanta gente rezando cinco vezes por dia, etc...), e pelo visto, Muricy Ramalho o via com 'enorme potencial', tanto que foi pro SP e lá viveu seus maiores dias de glória. E talvez os maiores de pressão, ao menos até essa semana. A cobrança por títulos e sua petição quase incondicional por jogar pegou mal. E aí, teu espírito de 'esquentado' voltava a tona.
Durante a passagem do Carlos Alberto no SP, eu falava que o Borges era o "CA sem madeixas": Marrento, queria jogar toda hora, e se o time perde, a culpa não é dele. E foi bem por aí que ele chegou aí no Grêmio. Chegou como esperança para substituir Máxi Lopez, um VERDADEIRO camisa 9: Alto, cabeceava bem, tinha corpo para encarar o zagueiro mais forte.
Borges nunca teve isso, mas queria ser tratado como um ser desses. O Jonas fez mais gol que ele e aceitava o papel de segundo atacante. Borges sofreu uma daquelas tipicas semanas que acabam com a carreira de um jogador, e não teve cabeça pra encarar.
Assim imagino que na próxima semana, o empresário já deva estar pensando em achar um time aonde colocar Borges que não tenha centroavante e que pague a grana que pagam pra ele no Grêmio, pois o único time que não têm mesmo, que era o próprio Grêmio, ausente de um real camisa 9, com pinta de camisa 9, desde Máxi Lopez, já não o aceita mais, de maneira mais do que justíssima.
Desde o início do ano, o Borges não é artilheiro. Nunca foi 9, nunca vai ser 9. Tacaram isso na cabeça dele, e ele se entende dessa maneira. Fazer o quê?
PS: Que semana pros ex-sãopaulinos...Carlos Alberto dispensado, Borges expulso na Libertadores, e perdendo pênalti no Gauchão...Tava virando macumba jogar no São Paulo mesmo.

Cleyton Santos é jornalista, tem 22 anos, vive em São Paulo,
e é editor do blog de futebol internacional do site "OsGeraldinos". 



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Acreditar sempre faz parte da alma Tricolor

Parei meus estudos, pois como todo gremista estou ansiosa pelo tão esperado GREnal(ou não, preferia Grêmio x Juventude, não por ser mais fácil, mas porque não gosto do co-irmão mesmo), ao ler um texto em um site da web resolvi que teria de dar minha opinião antes do jogo.
Para quem ainda não sabe, eu sou a primeira a atirar pedras quando as coisas estão erradas, mas nunca deixo de apoiar, em nenhuma hipótese. A revolta de muitos gremistas  com  o último jogo na LA me parece injustificável em alguns pontos. É isso aí, não estou louca, vou explicar: O Grêmio vem sofrendo desfalques, não é o mesmo time que tinha por virtude no Campeonato Brasileiro de 2010 o acerto de passes e vitórias maciças. O Grêmio que entra em campo hoje é um time que luta em cada partida, pelo fato de saber que não tem um grupo extremamente competitivo, joga por ser Imortal e só. Muitos se queixam de estar faltando a raça, a Imortalidade, eu discordo em gênero, número e grau. Falta o jogo bonito, o acerto de passes, o espetáculo, a soberania. Mas lhes pergunto, essas últimas qualidades se aplicaram ao longo dos anos ao Imortal Tricolor, ou ele se tornou conhecido como tal por realizar feitos considerados impossíveis? Me respondam se o Grêmio que disputou a Batalha dos Aflitos jogou bem e impôs sua soberania de Campeão do Mundo contra um time de segunda divisão? Se o Grêmio que jogou em 1995 deu espetáculo? Podem me falar nos 5x0 sobre o Palmeiras, mas não esqueçam que levamos o troco lá no Palestra, a jogada era Paulo Nunes dá uma de suas arrancadas, lança para a área e Jardel cabeceia, sem complicar. Quando a coisa ficava feia aparecia Dinho, Danrlei que na pior das hipóteses resolviam na base do grito, do carrinho. O Grêmio de Portaluppi, dava espetáculo? Bom desse eu não posso afirmar, mas pelos jogos que vi em arquivos, era um time que jogava com raça, na base da força e o espetáculo ficava por conta de Portaluppi mesmo.
O Grêmio da Copa do Brasil de 2001 deu espetáculo? Tirando o chocolate na final, firmando os 0x2 sobre o Corinthias, foi mediano.
O Grêmio jamais empolgou sua torcida pelos espetáculos, nunca vivemos da política do “pão e circo” nós somos os únicos torcedores no Brasil que ninguém pode ousar caçoar, porque a maioria dos que riram sempre receberam o troco no melhor estilo Imortal.
Esse GREnal me lembra o de 2007, quando o Grêmio foi vice da LA na quarta e no domingo fez a zaga do Inter dançar um belo 2 à NADA. Ou melhor, a final do Gaúchão de 2006, o então “soberano” Inter contra o Grêmio “da segunda divisão”. O resultado no Olímpico: 0x0, já no chiqueirão foi diferente 1x1 de virada, na base da cobrança de falta e a volta Olímpica no silêncio da torcida colorada e vibração da massa tricolor que era pequena mas parecia mais de 50 mil pelo barulho que fazia. Querem mais? O GREnal do século? Sequer a maioria Gremista apostava em vitória Tricolor, e com 2x1 de virada mostramos quem manda no RS.
Quer saber, podem rir de mim mais tarde ou podem rir comigo isso depende de vocês, da minha parte só me vem a cabeça:
“...Domingo bem cedo acordei, vesti o meu manto azul e pro Beira-Rio caminhei cantando nas ruas do sul, E QUANDO O SOL FOI EMBORA OUVIU-SE UM GRITO DE AMOR, GERAL CONQUISTOU O RIO GRANDE COM O TRICOLOR...”


Aline Remus, tricolor desde sempre.
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